Primeiras aventuras audiovisuais em Sampa

Um dos motivos que me fez migrar de Fortaleza para São Paulo foi a variedade cultural proporcionada pela segunda, já que a falta dela me incomodava muito na primeira. Ou seja: filmes que demoram meses para entrar em cartaz, quando entram, shows bacanas que nunca aportam por lá, exposições etc., etc., etc. Pode ser um motivo um tanto superficial para alguns, mas não é para mim.

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Chéri
Bem, nessas primeiras semanas em São Paulo, infelizmente, explorei muito pouco essa vantagem, mas assisti a algumas coisas. Primeiro, finalmente vi Chéri, com Michelle Pfeiffer. O filme até já tinha sido exibido em Fortaleza, mas eu estava trabalhando em Tiradentes justo na semana em que ele ficou em cartaz. Acabei vendo em um cinema de quinta aqui pela Paulista, desses super com cara de anos 1990: projeção vagabunda e poltronas vermelhas com um material que tenta imitar couro. O filme é bacana, mas achei a direção e a edição um tanto desleixadas. Mas tem Michelle e ela sofre por amor, aliás, como em todo filme de época que a atriz faz, vide Ligações Perigosas e A Época da Inocência. Entre figurinos deslumbrantes e direção de arte caprichada, o destaque vai mesmo para a cena final: um close bastante revelador e desconcertante do rosto de Pfeiffer.

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