6 atrizes maravilhosas que chegam aos 60 anos em 2018… e Madonna!

1958 foi um ótimo ano para quem gosta de cinema e de atrizes. Não foram poucas as estrelas que nasceram  nesse ano e chegam aos 60 agora em 2018. Em sua maioria, elas ganharam destaque nos anos 1980 e dominaram as telonas na década de 1990. Como Hollywood ainda não perdoa o envelhecimento, principalmente de suas atrizes, várias delas perderam os holofotes e tiveram que se contentar com papéis menores em filmes sem grande destaque, com exceções claro.

Abaixo, segue uma lista de seis atrizes que chegam aos 60 anos como parte da história do cinema… e Madonna: 

Sharon Stone (10 de março) – Sharon Stone penou muito em filmes qualquer nota até o cineasta holandês Paul Verhoeven mostrar do que a loira era capaz nos sucessos “O Vingador do Futuro” e “Instinto Selvagem“, que a transformou em ícone graças à cruzada de pernas mais famosa do cinema. Uma das grandes estrelas dos anos 1990, Stone fez de tudo: filmes de ação, dramas, westerns, sci-fis e até um longa com Martin Scorsese (“Cassino”, que lhe rendeu sua única indicação ao Oscar). Projetos mal escolhidos, problemas com drogas e o inevitável envelhecimento fizeram com que Hollywood virasse as costas para a atriz, que hoje vive de filmes que ninguém vê ou pequenos papéis em produções menores ou independentes (ela fez uma ponta rápida em “O Artista do Desastre”, por exemplo).

Holly Hunter (20 de março) – Muito mais uma atriz renomada do que uma estrela de cinema, Holly Hunter ganhou destaque nos primeiros trabalhos dos irmãos Coen (“Gosto de Sangue” e “Arizona Nunca Mais”) até galgar respeito em boas produções (“Nos Bastidores da Notícia”, “Além da Eternidade”, “A Firma”) e ganhar o Oscar por “O Piano“. Desde então, a atriz nunca mais parou de trabalhar, se revezando entre participações em blockbusters (“Os Incríveis”, “Batman vs Superman: A Origem da Justiça”) e filmes/séries com papéis mais complexos (“Crash”, “Aos Treze”, “Top of the Lake”, “Strange Weather” etc).

Andie MacDowell (21 de abril) – Andie MacDowell estreou praticamente como uma piada no cinema, já que teve que ser dublada (por ninguém menos que Glenn Close) por causa de seu sotaque que não condizia com o cenário e época de Greystoke – A Lenda de Tarzan, o Rei da Selva. Depois desse vexame inicial, a atriz fez sucesso em filmes como “O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas”, “Sexo, Mentiras e Videotapes”, “Green Card, Passaporte para o Amor”, “Short Cuts” e “Quatro Casamentos e um Funeral“, mas nunca realmente estourou, ficando limitada quase sempre ao papel de interesse romântico (“Feitiço do Tempo”, “Eu, Minha Mulher e Minhas Cópias”, e por aí vai). Entre muitos filmes que não deram em nada e produções para a TV, a última participação dela relevante no cinema foi em “Magic Mike XXL”.

Michelle Pfeiffer (29 de abril) – Considerada várias vezes pela revista “People” o rosto mais bonito do planeta, Michelle Pfeiffer foi uma das rainhas do cinema na virada da década de 1980/1990. Versátil, a atriz fez de tudo um pouco, dramas de época (“Ligações Perigosas”, “A Época da Inocência“), comédias (“De Caso com a Máfia”, “As Bruxas de Eastwick”), romances (“A Casa da Rússia”, “Frankie & Johnny”), etc. Foi nessa época que Pfeiffer entregou duas de suas mais icônicas interpretações, em “Susie e os Baker Boys” e como a Mulher-Gato em “Batman, O Retorno“. Em algum momento na década no final da década de 1990, a atriz fez escolhas erradas e diminui o ritmo de trabalho, passando períodos de longos anos sem aparecer em um filme sequer. Voltou com três filmes em 2017 e tem duas outras produções para estrear em 2018: o independente “Where is Kyra?” e o blockbuster “O Homem-Formiga e a Vespa”.

Annette Bening (29 de maio) – Talvez Annette Bening seja a atriz desse grupo que mais conseguiu se manter relevante com o passar do tempo, ainda que sua filmografia se divida entre ótimos filmes/interpretações (“Minhas Mães e Meu Pai”, “Mulheres do Século XX” e “Film Stars Don’t Die in Liverpool”, mais recentemente) e produções que não causaram nenhum impacto (“Regras Não se Aplicam”, “Uma Nova Chance para Amar” ou “Mulheres: O Sexo Forte”). Promessa do final dos anos 1980 em longas como “Valmont” e “Os Imorais”, Bening virou estrela nos anos 1990, se destacando em produções como “Bugsy”, “Marte Ataca!” e “Beleza Americana“, até se consagrar como uma das grandes atrizes nos anos 2000 e uma das mais injustiçadas pelo Oscar (quatro indicações e 0 prêmios).

Madonna (16 de agosto) – Pouca importa que a carreira de Madonna no cinema nunca tenha realmente ido para frente (“Procura-se Susan Desesperadamente” e “Evita” se destacam). Mas é impossível negar a contribuição da cantora para a cultura pop em geral. Seja por meio de sua música ou dos seus videoclipes (que revelaram ao mundo, por exemplo, o cineasta David Fincher: “Vogue”, Express Yourself”, “Seven”, Clube da Lute”, “A Rede Social), Madonna moldou a forma de se vender no chamado mundo pop, se reinventando e redefinindo, em meio a tudo isso, o papel da mulher na música e na sociedade. A atriz/cantora/produtora/cineasta/ativista chega aos 60 anos ainda em um papel de protagonista e desafiando todas as barreiras que a sociedade e as indústrias culturais definiram para as mulheres.

Madeleine Stowe (18 de agosto) – Assim como Andie MacDowell, a carreira de Madeleine Stowe nunca chegou a decolar e, para cada participação em um filme de relativo sucesso (“Tocaia”, “Obsessão Fatal”, “Short Cuts”, “O Último dos Moicanos”, “12 Macacos“), a filmografia da atriz está cheia de produções nada relevantes. Depois de amargar vários filmes “lançados diretamente em vídeo” nos anos 2000, a atriz ganhou uma sobrevida como a vilã da série “Revenge”.

Outras atrizes com diferentes níveis de fama também completam 60 anos em 2018. Entre elas a Karen Walker, de “Will & Grace” (Megan Mullally); a rainha dos gritos Jamie Lee Curtis (“Halloween”, “True Lies”); a versátil Angela Bassett (“Tina”, “American Horror Story”, “Pantera Negra”);  a inglesa Miranda Richardson (“Perdas e Danos”, “Traídos pelo Desejo”, “O que te faz mais forte”); a atriz e apresentadora Ellen Degeneres; a brasileira Maitê Proença; e as menos conhecidas Jennifer Tilly (“Tiros na Broadway” e “Ligadas pelo Desejo”), Mary Elizabeth Mastrantonio (“Scarface”, “O Segredo do Abismo”) e Linda Fiorentino (“Em Busca da Vitória”, O Poder da Sedução”).

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